VEJA O VIDEO: Corpo de Paciente que ficou por mais de 10 horas após a morte em enfermaria, causa indignação em vereadora.


A vereadora Edjane Araújo (PRTB), fez uso da Tribuna na Câmara de Patos, na noite desta quinta-feira (23), onde lamentou o que considera descaso, com o corpo de um paciente que ficou por mais de 10 horas no leito de uma enfermaria junto com pacientes.

”Eu recebi a denuncia na manhã de hoje (dia 23), acerca de um cadáver, que se encontrava junto com os pacientes.Imediatamente fiz contato com a direção daquela casa, em ato posterior, contato com o promotor de Patos, vinculado à curadoria da saúde do município, pedindo uma solução’’.

De acordo com Edjane, o corpo só foi removido depois da ação de um cidadão que não é funcionário do hospital. A parlamentar lamentou o fato e criticou a empresa GERIR, responsável por administrar o HRP.

”Um cidadão comum que se encontrava na enfermaria ficou indignado com a situação e decidiu tomar a atitude junto com os pacientes daquela enfermaria. Nós chamamos a atenção da empresa GERIR, já que não podemos fazer o mesmo com a direção em nome de Liliane Sena, que está apenas contribuindo’’.

A empresa citada é terceirizada da prefeitura municipal de Patos, ainda de acordo com a vereadora, recebe R$ 31 milhões de reais para administrar o hospital.

A assessoria da GERIR,  emitiu uma nota esclarecendo o fato.

”A direção da unidade esclarece que pediu redobrada atenção para que fatos desta natureza, não mais ocorram ao mesmo tempo em que se solidariza com a família do Sr Antonio pela perda e pede desculpas aos pacientes que vivenciaram essa situação inusitada’’.

Antônio Leite de Souza, de 53 anos, natural da cidade de Imaculada, foi a óbito na noite desta quarta-feira (22), as 23h45, ele deu entrada no Complexo Hospitalar de Patos (CHRDJC), no último dia 18, com um quadro de dor abdominal, insuficiência cardíaca congestiva e hipertensão.

Um fato que chama a atenção, em Guarabira, contrato com a FIBRA, outra empresa contrata sem licitação pelo governador Ricardo Coutinho por R$ 6 milhões para gerenciar as unidades de pronto atendimento (UPA), é julgado irregular e TCE aplica multa de R$ 5 mil a Waldson de Souza.

 

Fonte: Carlos Dhaniel – PatosOnline.com

Sonora / Higor de Figueiredo – Rádio Espinharas

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