PC do B e PPL da Paraíba comentam efeitos da fusão das siglas


Para escapar da extinção imposta pela cláusula de desempenho, o PCdoB e o PPL decidiram se incorporar e já instituíram uma comissão para tratar da fusão das duas legendas, denominada Lace, que conta com membros dos dois partidos, desde dezembro do ano passado.

De acordo com o presidente do PPL na Paraíba, Francisco de Assis Pereira, o Chico do Sintram, a comissão foi criada em congresso nacional do partido, que ocorreu em 8 de dezembro em São Paulo, no qual ocorreu os primeiros entendimentos oficiais para fusão das duas legendas, que buscam o protagonismo na esquerda e a formação de uma frente democrática, que deverá implementar o comunismo patriota brasileiro, que fará oposição ao presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).

Na Paraíba, os dirigentes das duas legendas também iniciaram as discussões para incorporação e as estratégias políticas, que prevê o lançamento de candidaturas próprias as prefeituras das principais cidades paraibanas.

Em João Pessoa, entre os nomes que estão sendo cotados para ser pré-candidata a prefeita é o da presidente estadual do PCdoB, Gregória Benário, que foi candidata a deputada federal nas eleições do ano passado. Já em Campina Grande, o do deputado estadual reeleito, Inácio Falcão (PCdoB).

“Estamos com nossa posição definida, queremos ser protagonistas do processo e não ficar como guarda-chuva de ninguém. Por isso, teremos candidaturas próprias nas principais cidades e temos quadros para essas candidaturas nos dois partidos, que a partir do próximo ano será só um, com a fusão. Queremos participar do Governo e da gestão para o desenvolvimento da Paraíba, com a formação desta frente de esquerda, que fará oposição ao Governo Federal”, declarou Chico.

O presidente do PPL disse ainda que ainda este mês deve realizar um congresso estadual do partido para discutir à a fusão no Estado e as estratégias políticas dos dois partidos que se unificarão com a fusão, para as eleições de 2020. Na disputa eleitoral deste ano o PCdoB conseguiu eleger nove deputados federais e o PPL apenas um. A união entre as duas legendas foram precedidas de conversações entre as direções, iniciadas após o segundo turno das eleições presidenciais, em outubro e está prevista para ser implementada até março, a partir do trabalho que vem sendo realizado pela Comissão instituída, denominada de Lace, que conta com representantes dos dois partidos de todo o País.

Redação

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